Gostaria de fazer algumas ressalvas, já que alguns se sentiram “ofendidos” com tal carta (em relação ao post anterior), em nenhum momento disse que fui agredido, atos desumanos não se restringem a agressões físicas, tão pouco quis me vangloriar por ter escolhido jornalismo, a respeito disso dediquei somente duas linhas com menos de 56 letras cada (alias... qualquer um pode ser jornalista agora, não é mesmo?), não dei indiretas a nada e a ninguém, tudo o que tinha de ser dito foi dito aqui, não me referi em especial ao trote pelo qual passei, mas sim de modo geral, esclareço também que tenho um enorme apreço pela maioria dos veteranos, aos quais não cabe citar nomes.
O episodio tão comentado de ontem (dia 18/08/2010) foi um fato isolado ao qual prefiro nem comentar, para que não gere mais polêmicas, também não citarei o(s) nome(s) do(s) envolvido(s), acho que deste modo esta resolvido, fiquem a vontade para fazer comentários, desde que não hajam insultos serão todos publicados, obrigado.
quinta-feira, 19 de agosto de 2010
quarta-feira, 18 de agosto de 2010
MANIFESTO... falando sério
Pensei em publicar esta carta na universidade mas veremos...
ps. Aos que duvidam da minha capacidade, não, não usei o "gerador de lero lero" ¬¬.
Público este manifesto não de forma a levá-lo a uma instância superior desta universidade, mas de modo a conscientizar a todos que fazem, fizeram ou farão parte deste dilema ( sobre a ultima opção transcorrerei para que não aconteça), também não tenho somente como alvo os veteranos, pelo contrario, gostaria que o publico alvo desta carta fossem os calouros.
Sei que poderia me abster de publicar esta carta ou levá-la a conhecimento única e exclusivamente dos responsáveis por determinado ato, mas o que se mantém nos meus princípios, na minha moral e no meu conceito de ética me proíbem de concretizar quaisquer destas opções, e também não teria a mesma interferência que quero fazer no modo de pensar de cada um.
Previamente, para que não hajam mais “enrolações” elucidarei o fato, quero por meio deste manifesto levar cada um a analisar por completo o sentido do tão temido por muitos o “trote estudantil”, o que aparece por de baixo de uma pratica “arcaica” e por que não se dizer do “tempo das cavernas” não é uma imagem de uma singela representação de passagem da vida de estudante do colegial para o universitário, por trás disso ainda existe um ritual de dominação e em partes de humilhação.
Desde que conheci o jornalismo me interessei e decidi ter isso por minha vida, dar voz a sociedade, então por que me calar agora?. Deixar que outros se sintam como me senti não é algo que passe pela minha cabeça como algo normal, repudio minha própria atitude de me propor a fazer parte deste “ato” (como calouro, que fique claro), repudio a forma como fui conivente ao aceitar que fizessem comigo o que não quero fazer a outrem.
Me enchi de alegria e satisfação em fazer parte de um momento “social” que de humano não tem nada, isto até o momento em que minha razão falou mais alto, por que deixar alguém me sujar com pedaços de frutas podres? Qual o sentido para isso? O que há de social em fazer o outro se sentir diminuído e oprimido?, foi neste momento que me sai do papel de calouro, o qual eu mesmo me coloquei ao permitir que os outros fizessem de mim objeto de manipulação.
Não quero fazer com que veteranos se sintam insultados com isto, mas fazer com que os calouros tomem o conhecimento de que não há necessidade deste ato e que participar dele é tão estúpido quanto o fazer, um ritual abominável que só remonta os tempos de máfia onde determinado individuo era obrigado a passar por “experiências” insipientes para só então estar dentro do seleto “grupo”, e os que não o fizessem eram punidos com o rechaço destes.
Qual a positividade do trote?, simplesmente não há, esta imputado nesta palavra a idéia de dominação e desigualdade, de obrigação ou do contrario a exclusão, alguma destas opções parecem aceitáveis a você?, a mim não. Calouros merecem respeito e devem ter respeito a si mesmo e a sua dignidade, calouros não são “burros”, “burros” são aqueles que insistem em fazer da “desgraça” alheia sua diversão (e não se façam de inocentes).
Espero que todos tenham entendido o meu sentimento e minha indignação (em parte por minha culpa, por assim dizer) mas sobre tudo sobre o verdadeiro sentido do trote que é a dominação, se dê valor, dê valor a sua conquista, você é merecedor disto e não deve nada a ninguém.
Sei que poderia me abster de publicar esta carta ou levá-la a conhecimento única e exclusivamente dos responsáveis por determinado ato, mas o que se mantém nos meus princípios, na minha moral e no meu conceito de ética me proíbem de concretizar quaisquer destas opções, e também não teria a mesma interferência que quero fazer no modo de pensar de cada um.
Previamente, para que não hajam mais “enrolações” elucidarei o fato, quero por meio deste manifesto levar cada um a analisar por completo o sentido do tão temido por muitos o “trote estudantil”, o que aparece por de baixo de uma pratica “arcaica” e por que não se dizer do “tempo das cavernas” não é uma imagem de uma singela representação de passagem da vida de estudante do colegial para o universitário, por trás disso ainda existe um ritual de dominação e em partes de humilhação.
Desde que conheci o jornalismo me interessei e decidi ter isso por minha vida, dar voz a sociedade, então por que me calar agora?. Deixar que outros se sintam como me senti não é algo que passe pela minha cabeça como algo normal, repudio minha própria atitude de me propor a fazer parte deste “ato” (como calouro, que fique claro), repudio a forma como fui conivente ao aceitar que fizessem comigo o que não quero fazer a outrem.
Me enchi de alegria e satisfação em fazer parte de um momento “social” que de humano não tem nada, isto até o momento em que minha razão falou mais alto, por que deixar alguém me sujar com pedaços de frutas podres? Qual o sentido para isso? O que há de social em fazer o outro se sentir diminuído e oprimido?, foi neste momento que me sai do papel de calouro, o qual eu mesmo me coloquei ao permitir que os outros fizessem de mim objeto de manipulação.
Não quero fazer com que veteranos se sintam insultados com isto, mas fazer com que os calouros tomem o conhecimento de que não há necessidade deste ato e que participar dele é tão estúpido quanto o fazer, um ritual abominável que só remonta os tempos de máfia onde determinado individuo era obrigado a passar por “experiências” insipientes para só então estar dentro do seleto “grupo”, e os que não o fizessem eram punidos com o rechaço destes.
Qual a positividade do trote?, simplesmente não há, esta imputado nesta palavra a idéia de dominação e desigualdade, de obrigação ou do contrario a exclusão, alguma destas opções parecem aceitáveis a você?, a mim não. Calouros merecem respeito e devem ter respeito a si mesmo e a sua dignidade, calouros não são “burros”, “burros” são aqueles que insistem em fazer da “desgraça” alheia sua diversão (e não se façam de inocentes).
Espero que todos tenham entendido o meu sentimento e minha indignação (em parte por minha culpa, por assim dizer) mas sobre tudo sobre o verdadeiro sentido do trote que é a dominação, se dê valor, dê valor a sua conquista, você é merecedor disto e não deve nada a ninguém.
ps. Aos que duvidam da minha capacidade, não, não usei o "gerador de lero lero" ¬¬.
segunda-feira, 9 de agosto de 2010
A Colheita maldita em ação o.õ

Olá irmãos e irmãs, estou aqui para dar meu testemunho da fé, me livrei de TODASSS AS FAZENDAAAAAS... eu disse TODASS, Aleluia, Gloria deus, encontrei Geesuis na minha vida, ele me abordou e disse: vai estuda vagabundo, tu é universitário. Pois é... ouvi a voz do senhor e fiz, hoje sou uma pessoa melhor, dei adeus com glória a “Mini Fazenda”; a “Colheita Feliz”; a “Happy Harvest” e a “Happy Farm” Glória 3x Glória, não fico mais uma hora plantando rosa branca, colhendo frutas ou arando, subia muito fácil de nível “Mini Fazenda” hoje subi de nível na vida, agora tenho tempo pra estudar... o mesmo tempo que eu não tinha pra química física e matemática na escola, o mesmo tempo que eu não tinha pra decorar minhas falas no teatro e passava elas com um colega uns dez minutos antes do ensaio.... Aleluia?? Aleluiaaaa??.
Hoje não sou mais viciado em repolho, não vejo mais as rosas como simples fonte de lucro e aprendi que na vida real a couve-flor vale mais que o brócolis, quando vejo um vegetal já não me imagino mais o colhendo em meio a mais de 2.000 hectares e 237 plantações, deixei o luxo do meu templo japonês que demorei pra conquistar, raposas e toupeiras já não me assustam mais e agora salvo animais de verdade... Deus é pai e a colheita é do DEMOOO, É DO DEMOOO, saiam em quanto há tempo e ainda não estão no nível 58, vocês irão ver como a vida é bela e deus é bom e vou contar um segredo pra vocês... não dá pra plantar caviar CAI NA REAL, AMÉM?? EU DISSE AMÉM, AMÉM??... GLÓRIA dEUS. Bjo na sua bíblia
Hoje não sou mais viciado em repolho, não vejo mais as rosas como simples fonte de lucro e aprendi que na vida real a couve-flor vale mais que o brócolis, quando vejo um vegetal já não me imagino mais o colhendo em meio a mais de 2.000 hectares e 237 plantações, deixei o luxo do meu templo japonês que demorei pra conquistar, raposas e toupeiras já não me assustam mais e agora salvo animais de verdade... Deus é pai e a colheita é do DEMOOO, É DO DEMOOO, saiam em quanto há tempo e ainda não estão no nível 58, vocês irão ver como a vida é bela e deus é bom e vou contar um segredo pra vocês... não dá pra plantar caviar CAI NA REAL, AMÉM?? EU DISSE AMÉM, AMÉM??... GLÓRIA dEUS. Bjo na sua bíblia
quarta-feira, 4 de agosto de 2010
O novo estilo de vida ainda prematuro de um jovem universitário -eu
Os veteranos resolveram “assistir” o finalzinho da nossa ultima aula do dia, convidaram a gente pra ir no R.U* almoçar e... pelo que dá pra notar estou vivo, minha veterana que é um amor de pessoa pediu pra moça do refeitório sobre “se ela fosse vegetariana, ela poderia pedir uma salada extra ao invés de carne?” tudo isso para me beneficiar... vai dizer q n dá vontade de apertar??, e eu ainda assim não fiz o uso da “salada-dupla” (diga se de passagem) e por isso peço mil desculpas e um bjo enorme pra ti, bom... continuando, tinha: salada; arroz; feijão e de sobremesa um bolo de banana e um pudim de ameixa (creio eu) que ninguém se arriscou a comer ou que comeram e decidiram não fazer o “uso” do resto (95%) do mesmo, decidi não testar a sorte.
Terminamos de comer e fomos pro shopping (mall pra quem eh mais cool) e fomos assistir o filme “kick ass” no cinema, com direito a contrabando de coca e chocolate incluso, gostei do filme e de ficar batendo papo com o pessoal, e nisso foi-se nove horas fora de casa com os colegas e amigos, amanhã não tem aula pq a professora (como disse anteriormente) esta fazendo uma cirurgia, acho tudo isso muito tenso pq n gosto de perder aula... n sei se vou amanhã só p encher o saco dos veteranos no intervalo, mas de qualquer jeito vou devolver o dinheiro do teatro e do almoço quando ver-los novamente, bjo na nádega direita e uma lambida na esquerda.
*R.U = Restaurante Universitário com uma pequena má fama e lotado de estudantes q não querem gastar dinheiro.
terça-feira, 3 de agosto de 2010
Humm Mizinfí tacudonocú?
Se eu disser que joguei "mãe de santo" no google e apareceu a Nhá Barbina vocês acreditam??E ai pessoal?? , na nice??, hoje foi meu segundo dia de aula e a gente só teve uma aula antes do intervalo (lembrei q n eh recreio ^^), parece q a professora foi fazer uma cirurgia no olho, vamos torcer para q ela se recupere e volte logo... não q eu conheça ela, mas eh q algumas aulas fazem falta, queria q os veteranos nos mostrassem o campus manss eles iriam ter mais aula e a gente n ia fica ate depois do horário de novo né?? (mas eu queria), ahhhh... lembrei da musiquinha q os veteranos ensinaram, é essa:
Barzinho, balada, festa todo dia,
Comunicador vive só na putaria.
Comunicador vive só na putaria.
Só resta saber se é verdade, até pq n tomo cerveja e nem como carne então as opções são limitadas “but”...
Como meu segundo dia de aula ainda estou na “amo muito tudo isso”, espero q continue assim, afinal são matérias q eu gosto e tem a ver comigo, oxalá*.
Hoje tem a apresentação do filme de um japonês fumado em um lugar (q minha mãe falou p eu n colocar aqui se não é muito perigoso um cara me atacar e romper meu ímen... WHATTT??) pra q depois a gente faça um pseudo-resumo-fodão D;
Oxalá*= Que deus permita, mais cohecido como ebalaué pai oburuá filho de iasaé e primo de chumaah o.O
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
Meu primeiro dia de universitário.

E ai galerinha? , Tudo na santa paz? , esses dias fiquei sem internet enclausurado no meu novo lar aqui em Cuiabá, eis que ontem nosso vizinho se disponibilizou a dividir a internet XD, hoje foi meu primeiro dia de aula e ao contrario de tudo o que pensava eu simplesmente adorei, sem aquelas piadinhas prontas que a gente sempre arranja antes de conhecer pessoas novas, naturalidade 100% , professores ótimos (ao menos nesse primeiro dia) e um deles por acaso é irmão da minha amiga :] ...os veteranos (2010/1) então são super gente boa, sem aqueles trotes de gosto duvidoso, somente trote solidário e um bate papo um quanto acalorado ou “acalourado” como preferirem, pessoal super gente boa e #prafrentex (IAEHUAIHSUA), senti até um “ciumezinho” por não ter entrado no 2010/1, mas como já dizia uma velha atriz pornô (hoje apresentadora) tudo que tiver que ser será, já começamos com um trabalho p fazer ...nada imediato mas é uma apresentação de um “longa” amanhã, que teremos q fazer um resumo, muita gente faltou a aula hoje com medo do trote ...PERDERAM (foi de maisss), sinto lhes dizer concorrência, mas com o pessoal de comunicação da UFMT não tem pra ninguém, beijos e até logo ...ahh esqueci a musiquinha de CS* mas posto da próxima, até lá. Bejo na áxila
ps. pra quem não entendeu a carinha... eh pq os veteranos me deram esse apelido #MAD só resta você pegar uma foto minha e comparar!.
*CS – Comunicação Social.
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